19 September 2007

o que não tem remédio...

enquanto faltam palavras para descrever os sonhos proibidos, me distraio com o real.
a hóspede já deixando saudade antes de ir, a vida reiniciando seu ciclo normal em outubro, novas caras, saltos altos, e pequeno planos virando realizáveis.
melhor fingir que o resto não existe e deixar acontecer.
afinal, nada a fazer. impossível de esquecer.


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